16 de Março de 2009 / às 16:06 / em 9 anos

Madonna pode adotar outra criança do Malauí

Por Mabvuto Banda

<p>Cantora Madonna chega ao Festival de Cinema de Cannes 21/5/2008. REUTERS/Vincent Kessler (FRAN&Ccedil;A)</p>

LILONGUE (Reuters) - A popstar Madonna anunciou que pode adotar outra criança do Malauí, país pobre do sul da África, apesar da polêmica que cercou sua adoção anterior de um menino malauiano.

Depois de Madonna ter adotado David Banda, críticos acusaram o governo de passar por cima das leis que proíbem pessoas não residentes no país de adotar crianças no Malauí, fortemente atingido por uma epidemia de Aids.

“Muitas pessoas - especialmente nossos amigos malauianos - dizem que David deveria ter um irmão ou irmã malauiano”, disse Madonna em resposta a perguntas enviadas por e-mail pelo jornal The Nation, do Malauí.

“Isso é algo sobre o qual venho pensando, mas que eu só faria se tivesse o apoio do povo e do governo do Malauí.”

Um tribunal do Malauí aprovou a adoção de David no ano passado.

Madonna disse que a polêmica que cercou a adoção de David é algo que foi difícil de enfrentar, mas que ela ficou feliz por envolver-se em um caso que pode abrir o caminho para mais adoções no Malauí. Estima-se que haja 1 milhão de crianças no país que ficaram órfãs devido à Aids.

Madonna, que iniciou os procedimentos de adoção em 2006, levou David para sua casa quando ele tinha 13 meses de idade, depois de seu pai o ter colocado num orfanato em seguida à morte de sua mulher.

David está crescendo, vivendo a vida da popstar de enorme sucesso, a mundos de distância de seu povoado natal de Lipunga.

Madonna disse que quer que David não perca seus laços com seu país de origem.

“É uma prioridade importante para mim ensinar a meu filho sobre o mundo, mas fazer com que ele sempre fique ligado a sua cultura malauiana”, disse ele.

“Em seu quarto, ele tem um grande mapa da África com muitas setas apontando para o Malauí.”

Madonna disse que seu divórcio do diretor de cinema Guy Ritchie não vai privar seu filho de seu pai, nem de sua mãe.

“Acredito na importância da família. Por isso, tudo entre nós é muito amigável. Ambos concordamos que nossos filhos devem sempre sentir um vínculo profundo com seu pai e sua mãe. É nossa responsabilidade lhes dar essa base”, disse ela.

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