17 de Novembro de 2016 / às 19:27 / em 10 meses

Huawei espera que celular Nova manterá crescimento de smartphones na África

Logo da Huawei é visto em Misk, Belarus 06/09/2016 REUTERS/Vasily Fedosenko

CIDADE DO CABO (Reuters) - A chinesa Huawei, terceira maior fabricante de smartphones no mundo, lançará seu novo celular inteligente de baixo custo Nova na África do Sul e no Quênia no ano que vem, procurando manter o crescimento das vendas em dois dígitos no continente, liderado pela sua emblemática série P9.

Desafiando a dominância da Samsung e da Apple, as duas maiores do mundo, a Huawei tem como meta a venda de 140 milhões de smartphones em 2016, ante 100 milhões no ano passado, e vê a África como um mercado essencial para atingir esse objetivo ambicioso.

“Nossos números para dispositivos móveis tem ido extremamente bem em grandes mercados como Nigéria, Quênia e África do Sul, em particular neste ano”, disse o vice-presidente internacional de relações com a imprensa, Roland Sladek, nos bastidores de uma conferência africana de telecomunicações.

A Huawei está ansiosa para tirar vantagem do potencial de crescimento no mercado de smartphones, que analistas sugerem que continuará a crescer, com celulares mais baratos ampliando o mercado, que pode passar de 79 milhões no final de 2012 para 412 milhões até 2018.

O novo celular intermediário Nova, lançado globalmente em uma feira comercial alemã em setembro, deve custar significativamente menos que os 12 mil randes (equivalentes a 842 dólares) do modelo P9, que visa os estudantes africanos ligados à tecnologia.

“Nós vemos grande potencial, não apenas com a classe média que está surgindo, mas também com o fato de que os consumidores estão mais abertos a tentar novas marcas em comparação com os europeus, que se apegam às suas marcas”, disse Sladek.

Além de impulsionar seu espaço no mercado de smartphones da África, no entanto, a Huawei está construindo infraestrutura de redes ao redor do continente, particularmente para o 4G, e deve completar um novo cabo submarino de banda larga de 6 mil km ligando Camarões ao Brasil até o fim de 2018.

Por Wendell Roelf

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