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Fusão de 7,8 bi de euros entre Worldline e Ingenico pode demandar concessão da UE, dizem fontes

Logotipo da empresa de pagamentos Worldline. 3/2/2020. REUTERS/Christian Hartmann

BRUXELAS (Reuters) - A oferta da empresa francesa de pagamentos Worldline 7,8 bilhões de euros pela Ingenico pode exigir concessões para obter a aval do regulador antitruste da União Europeia, disseram pessoas a par do assunto nesta segunda-feira.

A aquisição pela Worldline, que nasceu da empresa francesa de TI Atos, é emblemática de uma onda de fusões que os rivais dos EUA iniciaram no ano passado enquanto tentavam aumentar sua participação nas transações digitais.

Se a Worldline não for capaz de acalmar preocupações da UE e na ausência de concessões, o acordo enfrentaria uma investigação em grande escala após o fim da revisão preliminar da UE.

A Worldline tem até quarta-feira para oferecer concessões à Comissão Europeia, a menos que convença o responsável pela concorrência da UE antes desse prazo de que a mudança é desnecessária.

A comissão, que deve decidir sobre o negócio até 16 de setembro, não quis comentar. A Ingenico não fez comentários imediatos.

“Estamos seguindo o procedimento usual de discussões com a Comissão e o processo está em andamento, dentro do cronograma esperado”, disse a Worldline.

A forte presença da Ingenico nos setores de viagens, saúde e varejo é um dos principais interesses da Worldline, e a empresa combinada teria uma parceria estendida com bancos alemães.

Reportagem adicional de Gwenaelle Barzic

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