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Estudo mostra que dispositivos da Apple combinados com aplicativos podem identificar demência

28/09/2018 REUTERS/Tatyana Makeyeva

(Reuters) - A farmacêutica Eli Lilly disse nesta quinta-feira que os primeiros resultados de um estudo sugerem que dispositivos da Apple, incluindo o iPhone, em combinação com aplicativos poderiam diferenciar as pessoas com demência devido a um alzheimer leve daquelas sem sintomas.

O estudo, testado em 113 participantes com mais de 60 anos, foi conduzido pela Apple juntamente com a Eli Lilly e a Evidation Health.

Os dispositivos da Apple foram usados no estudo junto com o dispositivo de monitoramento do sono Beddit e aplicativos.

Os pesquisadores analisaram os dados de uso do dispositivo e o histórico de aplicativos dos participantes do estudo durante 12 semanas.

As pessoas com sintomas tendem a ter digitação mais lenta do que os voluntários com saúde e receberam menos mensagens de texto no total.

Os participantes também foram solicitados a responder duas pesquisas de uma pergunta cada diariamente, além de realizar atividades simples a cada duas semanas, como arrastar uma figura para outra na tela e tocar em um círculo o mais rápido possível em um aplicativo.

O estudo também teve como objetivo diferenciar pessoas com comprometimento cognitivo leve, o estágio pré-demencial da doença de Alzheimer.

Os primeiros resultados foram apresentados em uma conferência no Alasca nesta quinta-feira.

Por Manas Mishra em Bangalore

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