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Acionistas da Apple rejeitam proposta sobre direitos humanos na China

Logo da Apple na entrada da loja da Apple na 5th Avenue, em Nova York 16/10/2019 REUTERS/Mike Segar

SÃO FRANCISCO, Estados Unidos (Reuters) - Os acionistas da Apple decidiram nesta quarta-feira rejeitar proposta crítica à remoção de aplicativos da loja da empresa a pedido do governo chinês. A proposta cobrava da companhia compromisso público em respeitar a liberdade de expressão como um direito humano.

A proposta era relacionada à remoção em 2017 de aplicativos de VPN da App Store na China. Tais apps permitem aos usuários chineses contornarem o “Grande Firewall” chinês criado para restringir o acesso da população da China à internet global.

A Apple se opunha à proposta, afirmando que já fornece informação sobre quando retira aplicativos da loja a pedido de governos ao redor do mundo e que segue as leis dos países onde opera.

Anteriormente, acionistas da Apple também rejeitaram outras propostas vinculadas a direitos humanos na China. Em 2018, eles derrubaram uma proposta que pedia para a companhia criar uma comissão de direitos humanos para supervisionar questões com condições de trabalho e censura no país asiático.

Por Stephen Nellis

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