9 de Novembro de 2010 / às 13:47 / em 7 anos

AOL encarrega Bank of America de estudar fusão com Yahoo--fontes

Por Nadia Damouni

NOVA YORK (Reuters) - A AOL encarregou o Bank of America de estudar opções estratégicas, entre as quais uma possível fusão com o Yahoo, de acordo com pessoas conhecedoras do assunto.

O banco de investimento Allen & Co., focado em mídia e entretenimento, também está assessorando a AOL quanto a suas opções, disse uma das fontes.

A ideia de combinar AOL e Yahoo ainda está em seu estágio inicial de consideração e pode não se materializar, segundo as fontes.

Mas um negócio com o Yahoo é atraente para Tim Armstrong, presidente-executivo da AOL, que acredita ser capaz de fazer um melhor trabalho dirigindo a companhia combinada, disseram as fontes.

“Primeiro é preciso abordar o Yahoo e ainda não estamos nem perto do momento de fazê-lo”, disse uma das fontes.

Carol Bartz, presidente-executiva do Yahoo, conversa regularmente com presidentes-executivos de outras empresas, mas uma fonte próxima à companhia disse que isso de maneira alguma representa sugestão de que conduz discussões ativas sobre possíveis transações com qualquer um deles.

A fonte disse que o Yahoo não está fazendo ou solicitando propostas.

Conseguir uma fusão entre AOL e Yahoo em base de troca de ações é um grande desafio, de acordo com outra das fontes.

Grupos de private equity como o Silver Lake, TPG Capital, Madison Dearborn Partners e KKR abordaram a AOL anteriormente para estudar a possibilidade de uma tomada de controle do Yahoo, mas as fontes dizem que o interesse das empresas de private equity esfriou nas últimas semanas.

O Bank of America preferiu não comentar o assunto. Não foi possível contatar representantes do Allen & Co. para se pronunciarem a respeito.

A contratação do Bank of America pela AOL foi reportada inicialmente pelo blog de tecnologia AllThingsD.com.

A atual estrutura que está sendo considerada para a transação exigiria que o Yahoo cedesse sua participação no grupo chinês Alibaba aos seus acionistas ou permitisse que a parte chinesa do Alibaba a adquirisse, segundo uma das fontes.

Carol disse à Reuters em setembro que o Yahoo havia recusado ofertas da Alibaba pela recompra da participação, avaliada em até 11 bilhões de dólares.

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