November 30, 2018 / 1:25 PM / 14 days ago

DIs operam com leves oscilações em meio a expectativa por encontro de Trump e Xi no G20

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e presidente da China, Xi Jinping, durante reunião em Pequim 09/11/2017 REUTERS/Damir Sagolj

SÃO PAULO (Reuters) - As taxas dos contratos futuros de juros tinham pequenas oscilações nesta seta-feira, à espera do encontro do G20, no qual os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, vão se encontrar e pode haver algum acordo que alivie as tensões comerciais que ameaçam o crescimento global.

“O mercado está de lado, o giro está baixo. Os investidores estão esperando alguma coisa acontecer”, disse o chefe da mesa de renda fixa de uma corretora local, ao lembrar da expectativa pelo G20.

O encontro dos líderes das 20 maiores economias mundiais acontece nesta sexta-feira e sábado em Buenos Aires e o encontro de Trump com Xi Jinping deve acontecer no sábado à noite.

“Trump adota a estratégia do tapas e beijos. Ao mesmo tempo em que ameaça impor novas tarifas a partir de 1º de janeiro em caso de negociações frustradas, também acena com a possibilidade de um acordo, trazendo cautela por parte dos investidores nesse encerramento de mês”, trouxe a Advanced Corretora em relatório.

Internamente, o impasse sobre a cessão onerosa continuava como pano de fundo, já que não houve ainda um acordo que permita a votação no Congresso do projeto de lei que permitirá leilões com receita de mais de 100 bilhões de reais ao governo, ajudando no ajuste fiscal.

O resultado do Produto Interno Bruto do Brasil no terceiro trimestre reforçou a percepção de crescimento gradual da economia e estabilidade da taxa Selic em 6,50 por cento. A economia brasileira cresceu 0,8 por cento entre julho e setembro sobre o segundo trimestre e 1,3 por cento na comparação anual, ante projeção de alta de 0,8 por cento e 1,6 por cento respectivamente dos economistas ouvidos pela Reuters.

“A alta de 0,8 por cento não é ruim, mas sabendo da greve(dos caminhoneiros, que prejudicou o segundo trimestre), é modesto. A economia deveria ter crescido mais”, disse o economista sênior do Banco Haitong, Flávio Serrano.

A curva a termo precificava nesta sessão 88 por cento de chances de manutenção da taxa Selic em 6,5 por cento no encontro do BC que termina em 12 de dezembro, ante 89 por cento na sessão anterior. O restante indicava alta de 0,25 ponto percentual, mostram dados da Reuters.

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