26 de Junho de 2014 / às 17:28 / em 3 anos

Adidas não rompe com Suárez, mas encerra marketing com ele no Mundial

BERLIM (Reuters) - A Adidas  não chegou a encerrar seu acordo de patrocínio com o atacante uruguaio Luis Suárez nesta quinta-feira, depois que a Fifa o baniu de nove partidas por morder um zagueiro italiano, mas informou que não o usará mais em nenhuma ação de marketing na Copa do Mundo.

Luis Suárez, da seleção uruguaia, durante partida contra a Itália em Natal. 24/06/2014. REUTERS/Toru Hanai

”A Adidas apoia integralmente a decisão da Fifa. A Adidas certamente não compactua com o comportamento recente de Luis Suárez, e iremos relembrá-lo dos altos padrões que esperamos de nossos jogadores”, disse uma porta-voz da empresa alemã de artigos esportivos em um comentário por e-mail.

“Não temos planos de usar Suárez em quaisquer atividades adicionais de marketing na Copa do Mundo de 2014”, declarou ela, acrescentando que, de resto, o relacionamento da Adidas com Suárez permanece inalterado.

“Iremos discutir todos os aspectos de nossa futura parceria diretamente com Suárez e sua equipe.”

Suárez é um dos principais futebolistas que a Adidas patrocina, e a campanha da empresa no Mundial dá destaque a uma imagem do atacante uruguaio.

A Fifa ainda suspendeu Suárez de qualquer atividade relacionada com o futebol por quatro meses e lhe aplicou uma multa de 111 mil dólares, afirmou a entidade em um comunicado.

Suárez perderá a partida de oitavas de final do Uruguai contra a Colômbia no Rio de Janeiro no sábado e não atuará mais no torneio caso sua seleção avance na competição.

O atacante não poderá treinar nem comparecer aos jogos de seu clube, o inglês Liverpool, até o final de outubro, o que significa que irá perder pelo menos nove disputas do Campeonato Inglês e o início da Liga dos Campeões.

Eleito jogador do ano na Inglaterra depois de marcar 31 gols para o Liverpool na última temporada, Suárez, de 27 anos, já mordeu adversários em outras três ocasiões.

Ele também foi proibido de jogar uma partida na última Copa por um toque de mão deliberado que custou a Gana o gol da vitória nas quartas de final.

(Por Emma Thomasson)

Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759 REUTERS ES

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