June 7, 2017 / 7:18 PM / a year ago

Fernandinho afasta abalo caso Brasil sofra primeira derrota sob Tite diante da Argentina

(Reuters) - Invicta na era Tite com nove vitórias em nove jogos, a seleção brasileira está madura para superar um eventual primeiro revés, segundo o meio-campista Fernandinho, mas o jogador do Manchester City, da Inglaterra, espera o décimo triunfo contra a rival Argentina, na sexta-feira, em amistoso internacional na Austrália.

Fernandinho durante partida do Manchester City contra o Burnley 02/01/2017 REUTERS/Anthony Devlin

O jogo marcará a estreia do técnico Jorge Sampaoli no comando da Argentina e a volta de jogadores importantes à seleção argentina. Por outro lado, o Brasil entrará em campo com um time praticamente misto e sem sua principal estrela, o atacante Neymar, que poupado não foi convocado para os amistosos contra Argentina e Austrália.

O Brasil lidera as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, já tem vaga garantida antecipadamente para o Mundial e ainda não perdeu sob o comando do técnico Tite.

Em entrevista à Reuters, no ano passado, o treinador brasileiro admitiu que gostaria de ver como seu time reagiria a uma derrota, realidade ainda não enfrentada até agora.

“Embora seja novo uma derrota sob o comando do Tite, acho que o grupo está maduro com relação a isso”, disse o Fernandinho a jornalistas na Austrália.

“A gente sabe o quão importante é um clássico... mas acredito que (uma derrota) não atrapalharia o trabalho e o foco no Mundial do ano que vem”, acrescentou.

Apesar das ponderações, Fernandinho acredita que o Brasil pode superar a Argentina, mesmo sem contar com seu time principal completo.

“Espero ter essa vitória, porque ela daria um ânimo maior ao grupo”, disse.

Fernandinho destacou que Brasil e Argentina fazem um clássico histórico e, que mesmo não valendo vaga ou título, jamais tem um caráter de jogo amistoso.

“Brasil e Argentina não tem amistoso, todos queremos ganhar e nós também para manter o bom momento que vivemos. A Argentina trocou treinador, fez bom trabalho no Chile e Sevillla. Vai ser um ânimo a mais e vai ser um tempero para um clássico como esses”, disse.

Por Rodrigo Viga Gaier, no Rio de Janeiro

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