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McLaren desiste do GP da Austrália depois de funcionário ser diagnosticado com coronavírus

Mecânicos empurram carro de piloto Carlos Sainz Jr, da McLaren 11/10/2019 REUTERS/Kim Hong-Ji/File Photo

MELBOURNE (Reuters) - A equipe McLaren desistiu de disputar o Grande Prêmio da Austrália que inaugura a temporada de Fórmula 1 neste fim de semana porque um funcionário foi diagnosticado com coronavírus, informou a escuderia nesta quinta-feira.

O exame positivo na McLaren veio depois de quatro membros da equipe Haas serem postos em quarentena por causa do surto.

“O membro da equipe foi examinado e se isolou assim que começou a exibir sintomas, e agora será tratado pelas autoridades de saúde locais”, disse a McLaren em um comunicado.

“A equipe se preparou para esta eventualidade e oferece apoio constante a seu empregado, que agora entrará em um período de quarentena. A equipe está cooperando com as autoridades locais relevantes para auxiliar suas investigações e análises”.

Tanto a Haas quanto a McLaren têm sede no Reino Unido.

O campeão mundial de F1, Lewis Hamilton, disse ser “chocante” que o GP da Austrália possa acontecer em meio à ameaça do coronavírus, e insinuou que os organizadores colocaram suas preocupações financeiras acima da saúde das pessoas.

Milhares de torcedores foram ao circuito de Albert Park nesta quinta-feira, quando o final de semana de corrida começou com aquecimentos e treinos qualificatórios para categorias inferiores.

O GP da China, que estava marcado para abril, foi adiado, e o Barein, a segunda parada do calendário da F1, proibiu a presença do público na corrida de 22 de março.

Por Rohith Nair, em Bengaluru, e Alan Baldwin, em Londres

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