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Manchester City diz que não pedirá que governo pague funcionários

LONDRES (Reuters) - O Manchester City não buscará usar o projeto de licenças e retenção de empregos do governo durante a paralisação causada pela pandemia de coronavírus, informou o clube da Premier League a seus funcionários.

Vários clubes, incluindo o Liverpool e o Tottenham Hotspur, foram criticados por tirar proveito do programa governamental, que paga 80% do salário dos funcionários licenciados por suas empresas devido à crise global da saúde.

O City, de propriedade do Abu Dhabi United Group, do Sheikh Mansour, é o primeiro clube da Premier League a afirmar que não seguirá esse caminho.

Os funcionários receberam e-mails neste fim de semana, assegurando que seus empregos seriam protegidos.

“Podemos confirmar, após uma decisão do presidente (Khaldoon Al Mubarak) e do Conselho na semana passada, que o Manchester City não utilizará o programa de retenção de empregos do governo do Reino Unido”, disse um porta-voz.

“Continuamos determinados a proteger nosso pessoal, seus empregos e nossos negócios e, ao mesmo tempo, fazemos o possível para apoiar nossa comunidade em geral neste momento desafiador para todos”.

Por Martyn Herman

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