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CORREÇÃO-Mercedes deve analisar disponibilidade de Vettel para 2021, diz Wolff

(Corrige no 11º parágrafo para 2010 em vez de 2020)

Toto Wolff no autódromo de Sochi, na Rússia 28/09/2019 REUTERS/Maxim Shemetov

LONDRES (Reuters) - Atual campeã da Fórmula 1, a Mercedes deve analisar a situação de Sebastian Vettel quando decidir a equipe de 2021, disse o chefe da equipe, Toto Wolff, nesta terça-feira.

A Ferrari já havia anunciado que o tetracampeão mundial deixará Maranello quando seu contrato vencer no final da temporada.

“Sebastian é um grande piloto, uma personalidade notável e uma vantagem para qualquer equipe de Fórmula 1”, disse Wolff, segundo citações fornecidas pela Mercedes.

Atualmente, o austríaco está negociando um novo acordo com o hexacampeão mundial Lewis Hamilton.

“Olhando para o futuro, nossa lealdade maior está com os atuais pilotos da Mercedes, mas naturalmente precisamos levar este desdobramento em consideração.”

Hamilton e o finlandês Valtteri Bottas estarão sem contrato com a Mercedes no final da temporada, e os comentários de Wolff serão levados em conta por ambos.

A mídia vem especulando a respeito da ida de Hamilton, de 35 anos, para a Ferrari, mas o britânico deu sinais de que planeja continuar na equipe, vencedora dos últimos seis títulos de piloto e de construtores.

O simples fato de Vettel estar disponível dá à Mercedes alguma munição, ao menos quando se trata de negociar salários.

Bottas foi vice-campeão no ano passado e tem sido um companheiro de equipe confiável para Hamilton, que tem um relacionamento fácil com o piloto de 30 anos.

É um grande contraste com o quase rompimento de Hamilton com Nico Rosberg, ex-colega alemão que se aposentou logo depois de conquistar o campeonato de 2016.

A relação foi de amigável a praticamente gelada quando a Mercedes, que voltou como construtora em 2010 ao comprar a Brawn GP, se tornou mais competitiva.

O próprio Hamilton substituiu o heptacampeão Michael Schumacher, que conquistou cinco de seus títulos com a Ferrari, na Mercedes em 2013.

Por Alan Baldwin

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