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Messi vence batalha legal de logotipo com empresa de ciclismo

Lionel Messi durante amistoso de pré-temporada do Bracelona contra o Girona 16/09/2020 REUTERS/Albert Gea

BARCELONA (Reuters) - Lionel Messi, capitão do Barcelona e da seleção da Argentina, venceu uma batalha legal de direitos autorais relacionada ao seu próprio logotipo depois que o principal tribunal da União Europeia rejeitou nesta quinta-feira uma apelação de uma marca de trajes de ciclismo espanhola contra o jogador.

O Tribunal de Justiça da UE, sediado em Luxemburgo, disse em um comunicado que autorizou o jogador a registrar a marca Messi, refutando uma apelação do Euipo, o escritório de propriedade intelectual do bloco, e da empresa Massi.

Messi havia apresentado uma solicitação ao escritório de propriedade em 2011 para registrar seu sobrenome como uma marca de artigos esportivos, calçados e equipamentos, apesar da oposição dos proprietários da Massi, que argumentaram que a marca do jogador causaria confusão nos consumidores.

O escritório de propriedade da UE acatou a queixa da marca em 2013, e embora uma apelação de Messi do ano seguinte tenha sido descartada, outra apelação ao Tribunal Geral do bloco em 2018 levou à anulação do veredicto original.

O comunicado acrescentou que o Tribunal de Justiça rejeitou uma apelação da marca de roupas e do Euipo contra a anulação, dizendo que o Tribunal Geral foi correto ao dizer que a reputação de Messi é um fator relevante para se estabelecer uma diferença entre a marca do jogador e a empresa de ciclismo.

Messi, de 33 anos, foi eleito jogador do ano seis vezes, um recorde, e é o maior artilheiro da história do Barcelona, da Argentina e do futebol espanhol.

Ele foi apontado pela revista Forbes como o jogador de futebol mais rico do mundo no início deste mês, tendo recebido estimados 92 milhões de dólares de salário do Barça e outros 34 milhões de dólares em patrocínios.

O argentino rendeu manchetes no mês passado ao declarar sua intenção de sair do Barcelona, onde passou toda a carreira, mas acabou decidindo ficar por não querer enfrentar uma disputa legal com o clube.

Por Richard Martin

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