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FIA decide proibir "engenharia reversa" ao estilo Racing Point na Fórmula 1

Sergio Perez, da Racing Point, participa dos treinos livres do GP da Rússia 25/09/2020 REUTERS/Maxim Shemetov/Pool

LONDRES (Reuters) - O órgão dirigente da Fórmula 1 decidiu na sexta-feira proibir o tipo de “engenharia reversa” que permitiu à equipe Racing Point competir nesta temporada com um carro semelhante ao da campeã Mercedes do ano passado.

A FIA informou que seu Conselho Mundial de Esporte a Motor (WMSC) aprovou mudanças nos regulamentos técnicos de 2021 “que impedirão o uso extensivo de engenharia reversa de designs de rivais para o design de superfícies aerodinâmicas de um carro”.

A Racing Point, de propriedade canadense, causou polêmica quando seu “Mercedes Rosa” foi apresentado.

O projeto levou a um protesto da rival Renault, e a Racing Point foi multada em 400.000 euros pelos comissários e perdeu 15 pontos por copiar os dutos de freio da Mercedes de 2019. A equipe teve permissão para continuar competindo sem ter que redesenhar essa parte.

Um apelo feito por aqueles que queriam uma punição mais dura foi retirado por todas as partes depois que a FIA emitiu um esclarecimento.

“A colaboração entre a FIA, a Fórmula 1 e as equipes produziu uma série de atos ... que esclarecem as responsabilidades de cada participante do campeonato no projeto dos componentes de um monoposto”, disse Ferrari na época.

O WMSC também deu aprovação final ao novo Pacto de Concórdia, que rege o esporte, para os próximos cinco anos.

Reportagem de Alan Baldwin

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