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Ryan Giggs nega acusações de agressão

(Reuters) - O técnico do País de Gales, Ryan Giggs, negou acusações de agressão resta terça-feira depois que a mídia britânica noticiou que ele foi preso após um distúrbio em sua casa.

Técnico do País de Gales, Ryan Giggs, durante partida contra Irlanda pela Liga das Nações da UEFA 11/10/2020 REUTERS/Lorraine O'sullivan

“O senhor Giggs nega todas as alegações de agressão feitas contra ele”, disseram representantes do treinador de 46 anos.

“Ele está cooperando com a polícia e continuará a auxiliá-la com suas investigações em andamento.”

O jornal Sun noticiou que a polícia foi chamada à residência do ex-jogador do Manchester United na noite de domingo depois de receber relatos sobre um distúrbio.

Segundo citação do jornal, a polícia da grande Manchester disse: “A polícia foi chamada às 22h05 de domingo devido a relatos de um distúrbio. Um mulher de cerca de 30 anos sofreu ferimentos leves, mas não precisou de nenhum tratamento.”

“Um homem de 46 anos foi preso devido à suspeita de agressão segundo a seção 47 e de agressão comum segundo a seção 39.”

Ele foi solto sob fiança durante a realização de inquéritos, acrescentou o Sun.

A Associação Galesa de Futebol (FAW) reagiu às alegações contra Giggs.

“A FAW está ciente de um suposto incidente envolvendo o técnico da seleção masculina, Ryan Giggs”, disse a entidade em um comunicado.

“A FAW não fará nenhum outro comentário a esta altura.”

O País de Gales deveria anunciar resta terça-feira a convocação para as partidas deste mês contra Estados Unidos, Irlanda e Finlândia, mas o adiou, segundo reportagens.

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