1 de Agosto de 2016 / às 21:17 / em um ano

Phelps ainda será maior peixe na piscina olímpica do Rio

LONDRES (Reuters) - Grandeza pode ser algo difícil de definir, mas para a natação olímpica duas palavras bastam — Michael Phelps.

Michael Phelps durante 4x100 no National Aquatics Center durante Jogos de Pequim 17/8/2008. REUTERS/Wolfgang Rattay

    Apesar de um elenco global de recordistas mundiais, campeões e sensações da natação estarem se preparando para iluminarem as piscinas do Rio, o melhor de todos os tempos será de novo o centro das atenções em sua Olimpíada de despedida.

    Phelps, que se aposentou em 2012 antes de pensar melhor e rever sua decisão, pode não ganhar a maior parte das medalhas, mas seu quinto Jogos Olímpicos significam mais do que isso.

“Eu voltei porque quis,” disse ele nas seletivas dos Estados Unidos para os Jogos. “Eu quis fazer isso por mim.”

    O nadador de 31 anos tem três provas individuais (100 metros borboleta, 200 metros borboleta e 200 metros medley), além de revezamentos com um time dos Estados Unidos mais jovem, que sofreu algumas mudanças desde a olimpíada de Londres.

    Qualquer que seja o tamanho do impacto que terá, Phelps busca ampliar a sua coleção de 18 títulos olímpicos e 22 medalhas no total. Vencedor dos 100 metros borboleta e 200 metros medley nos três últimos Jogos Olímpicos, Phelps pode se tornar o primeiro nadador a ganhar a mesma prova individual em quatro jogos seguidos.

    Ele não é o nadador mais velho dos Estados Unidos a competir no Rio, no entanto, com o ex-bad boy e medalhista de ouro nos Jogos de 2000 Anthony Ervin de volta aos 35 anos de idade. Ryan Lochte, de 31 anos e 11 vezes medalhista, estará em sua quarta Olimpíada.

    Se alguém vai carregar o manto do Phelps, em provas que irão além da meia noite em alguns dias para atender os telespectadores norte-americanos, é provável que seja Katie Ledecky.

    A norte-americana de 19 anos detém o recorde mundial nos 400 e 800 metros livres e pode competir em busca de um ouro triplo nos 200 metros livres também.

    O resto do mundo, principalmente os australianos, veem uma oportunidade. Em Londres, a equipe que um dia já foi forte teve seu pior resultado olímpico em 20 anos, com uma avaliação subsequente de uma “cultura tóxica”, mas o Rio pode esperar um retorno à briga.

    O chicote do doping, em um ano de escândalos na Rússia, também paira sobre as piscinas com os medalhistas de ouro em 2012 Sun Yang da China e Park Tae-hwan da Coreia do Sul de volta nos Jogos do Rio após cumprirem suspensões.

    A poluição também é uma grande preocupação para nadadores de mar aberto após “super bactérias” terem sido encontradas nas praias do Rio.

    (Por Alan Baldwin)

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