4 de Agosto de 2016 / às 13:57 / em um ano

Basquete feminino dos EUA carrega responsabilidade de 6° ouro seguido

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Para qualquer atleta, ganhar uma medalha de ouro nos Jogos do Rio será um grande feito, mas, para a equipe feminina de basquete dos Estados Unidos, a vitória parece rotina.

Elena Delle Donne, Tamika Catchings, Candance Parker e Sue Bird, integrantes da equipe norte-americana de basquete em fotografia tirada em evento na Califórnia. 09/03/2016 REUTERS/Lucy Nicholson

A equipe norte-americana é uma das mais fortes da dinastia olímpica, buscando o sexto ouro consecutivo e seguindo uma série de 41 partidas vitoriosas, que teve início nos Jogos de Barcelona, em 1992.

“Elas fizeram tanto, e provavelmente porque ganharam tanto, que provavelmente não têm o respeito que realmente merecem pelo quão dominante foram”, disse o técnico dos EUA, Geno Auriemma.

Desde que basquete feminino se tornou parte das Olimpíadas, em 1976, os Estados Unidos só perderam três jogos.

Na Olimpíada de Pequim, em 2008, as jogadoras superaram as oponentes por em média 35 pontos.

À medida que os EUA se preparam para a partida de estreia contra Senegal, no domingo, Auriemma disse que o elenco atual pode ser o melhor já montando, com nove de 12 jogadores já tendo conquistado medalhas olímpicas de ouro.

As co-capitãs Tamika Catchings, Diana Taurasi e Sue Bird conquistaram três títulos olímpicos.

“Gosto da questão de experiência porque não temos muito tempo juntos, então o fato de que muitas delas já estiveram na seleção antes faz com que não precisemos repetir as coisas muitas vezes”, disse Auriemma.

“Onde acho que estamos preparados é na mentalidade de ter nove campeãs olímpicas, nove pessoas que ganharam medalha de ouro em Londres e seis que ganharam mais de uma vez”.

Dada a dominação da equipe, pode se pensar que Auriemma tem o trabalho mais fácil da Rio 2016, embora ele tenha dito que nada é fácil sobre isto.

“Me deixa exausto”, disse. “Por isto que este é um trabalho difícil, o nível de expectativa é lá no alto.”

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