June 4, 2018 / 7:52 PM / 5 months ago

Infantino é cauteloso sobre Copa do Mundo de 48 times e sedes conjuntas em 2022

Infantino concede entrevista em Luque (Paraguai) 11/5/2018 REUTERS/Jorge Adorno

ZURIQUE (Reuters) - A Copa do Mundo de 2022 dificilmente será ampliada para 48 seleções, disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino, nesta segunda-feira, mas se o fosse, a possibilidade de sedes conjuntas teria que ser examinada.

Infantino disse a repórteres de agências de notícias que é prematuro falar em um torneio de 48 times no Catar, o que ele enfatizou que teria que passar por consultas primeiro, e que não tem ideia se o Irã poderia ser uma das sedes.    A Copa do Mundo passará de 32 para 48 seleções em 2026, mas em abril a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) propôs que a mudança seja adotada em 2022.     Infantino disse que a proposta será submetida ao Congresso da Fifa em Moscou no dia 10 de junho e que será preciso tomar uma decisão dentro de um ano.    “No momento, temos uma Copa do Mundo com 32 times que será disputada no Catar, esta é a situação atual”, afirmou.    “A Conmebol fez um pedido interessante... então teremos que analisá-lo”.    Ele disse que, se o Mundial fosse ampliado, “mais times significam mais estádios, mais locais de competições, mais hotéis, mais transporte. Se isso é possível só no Catar é um ponto de interrogação, e isso deveria ser analisado”.    “É preciso que muitas pessoas concordem em seguir esse caminho, e acho que é prematuro”.    “Não é provável que possa ser alterado, mas não acho que deveríamos ter receio em debater propostas. Obviamente o Catar terá que concordar”, acrescentou.    “Temos um contrato com os cataris, eles receberam o direito de sediar a Copa do Mundo com 32 times. Os contratos existem para ser respeitados, mas não há nada de errado em debater”.    Indagado diretamente se o Irã poderia ser outra sede do evento, ele respondeu: “Não faço ideia. Claro, tudo está aberto... vamos dar um passo de cada vez”.    Com a iminência do início da Copa do Mundo de 2018 na Rússia no dia 14 de junho, Infantino disse estar confiante de que o torneio será organizado impecavelmente e minimizou os temores de violência causada por torcidas.    “A Rússia quer mostrar ao mundo que é um país acolhedor, onde as pessoas podem ir comemorar e curtir o futebol... jamais vi um país que fez tanto para acolher os torcedores quanto a Rússia está fazendo”.

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