April 16, 2019 / 2:53 PM / 8 months ago

Métodos de testes de droga pararam nos anos 1970, diz ex-chefe da Wada

David Howman 14/03/2016 REUTERS/Denis Balibouse

LONDRES (Reuters) - Os métodos de testes de drogas pararam nos anos 1970, e é preciso uma tecnologia melhor para flagrar mais “dopados abobalhados”, disse David Howman, ex-chefe da Agência Mundial Antidoping (Wada), nesta terça-feira.

Falando em uma conferência organizada pela Parceria pelas Competições Limpas (PCC), Howman disse aos delegados que é preciso haver sistemas mais eficientes.

“Todos nós sabemos que a análise de urina não avançou muito”, disse o neozelandês, que deixou a Wada em 2016 e hoje preside a Unidade de Integridade no Atletismo.

“Ainda estamos na posição de recebermos o mesmo número de casos positivos todos os anos, e muitos deles estão na categoria do que chamo de ‘dopado abobalhado’, os que se dopam acidentalmente ou aqueles que são simplesmente idiotas.”

Howman, que é advogado, disse que durante seu tempo na Wada foi questionado por cientistas por não cogitar usar tecnologias mais inovadoras.

“Criamos outras maneiras de fazer ciência forense em termos de solucionar crimes. Por que não estamos fazendo algo mais inovador?”, disse ele à Reuters.

Ele mencionou exames de punção de dedos, que outros especialistas disseram poder se tornar dolorosos com o tempo e que também são um tema sensível para atletas que usam as mãos, ou de escaneamento como os dos aeroportos.

Uma apresentação posterior debateu sistemas de coleta capilar, que são menos invasivos do que amostras sanguíneas.

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