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Henderson finalmente ocupa o centro do palco como líder do Liverpool

MADRI (Reuters) - A vitória do Liverpool na final da Liga dos Campeões, comemorada nas ruas de Merseyside neste domingo, foi o triunfo de um time multinacional, habilmente montado como máquina vencedora pelo técnico alemão Juergen Klopp.

No entanto, na disputa surpreendentemente complicada em que o time venceu por 2 x 0 o Tottenham Hotspur no sábado, foi o capitão inglês do clube, Jordan Henderson, e suas qualidades muitas vezes subestimadas que se destacaram.

As imagens de Henderson abraçando apaixonadamente seu pai no apito final e depois sentado com o troféu no vôo de volta para Liverpool deram alguma atenção merecida para o meia de 28 anos, contratado junto ao Sunderland oito anos atrás.

As qualidades mais óbvias de Henderson são seu ritmo de trabalho e sua capacidade de interromper movimentos adversários, mas esses atributos são aliados à consciência posicional, um papel organizacional e uma mente tática que nem sempre foram notados ou apreciados por toda a torcida de Anfield.

“Eu tive momentos difíceis, mas continuei - assim como este clube tem. É o melhor momento da minha vida, é isso que eu sonhei desde que era criança”, disse Henderson em meio às cenas de júbilo no estádio Wanda Metropolitano.

“Não é sobre mim, não é sobre eu ser capitão ou levantar o troféu, é sobre este clube, estes jogadores, este técnico. Agora devemos continuar e tocar adiante”, disse.

Reportagem de Simon Evans

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