June 28, 2019 / 8:44 PM / in 5 months

Bottas bate em treino do GP da Áustria e Ferrari é a mais rápida

SPIELBERG, Áustria (Reuters) - Valteri Bottas e Max Verstappen bateram num treino marcado por incidentes no Grande Prêmio da Áustria, nesta sexta-feira, enquanto Charles Leclerc saiu incólume e colocou a Ferrari de volta aos melhores tempos.

Valtteri Bottas durante treino para o Grande Prêmio da Áustria 28/06/2019 REUTERS/Lisi Niesner

Bottas foi enviado ao centro médico por precaução, depois de bater de frente contra a barreira na inclinada curva seis. Bastante danificada, sua Mercedes foi levada de volta ao pit num reboque.

O acidente em um conturbado treino no circuito Red Bull fez com que as bandeiras vermelhas flamulassem pela segunda vez numa tarde repleta de erros, em que o vencedor da corrida no ano passado, Max Verstappen, também deixou a pista após bater.

Seu carro da equipe Red Bull bateu por trás contra a barreira de pneus na curva 10, quebrando a suspensão traseira.

“Fiz uma correção e foi um pouco tarde demais”, disse Bottas, que está em segundo no campeonato, longos 36 pontos atrás de seu companheiro de equipe, Lewis Hamilton, depois de oito corridas, todas vencidas pela Mercedes.

“Esta tarde está com um pouco mais de vento, e obviamente a pista é bastante punitiva para quem comete erros.”

A melhor volta foi de Leclerc, deixando Bottas em segundo.

Verstappen, que terminou em nono na segunda sessão, havia reclamado mais cedo sobre as escapadas traseiras do carro por causa do vento.

O pentacampeão Lewis Hamilton ditou o ritmo pela manhã, enquanto Sebastian Vettel, da Ferrari, se colocou entre as duas Mercedes.

O piloto britânico ficou apenas em quarto à tarde, e Pierre Gasly, da Red Bull, fico em terceiro. Bottas, que ficou com a pole nos últimos dois anos na Áustria, foi o terceiro mais rápido na sessão de abertura, começando a manhã já com uma intensa movimentação na garagem.

Hamilton venceu as últimas quatro corridas, e seis das oito provas disputada até agora neste ano, e a Mercedes é favorita para alcançar a 11ª vitória seguida, isso num circuito em que os dois pilotos não cruzaram a linha de chegada no ano passado.

O feito igualaria a equipe à McLaren, que em 1988 registrou a mais longa sequência de vitórias da era moderna da F1.

Reportagem de Alan Baldwin em Londres

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