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NBA se adapta à era da Covid-19 em retomada da temporada

(Reuters) - A liga norte-americana de basquete NBA retoma as atividades nesta semana, mais de quatro meses após a pandemia de Covid-19 forçar a suspensão abrupta da temporada.

Giannis Antetokounmpo, do Milwaukee Bucks 24/01/2020 REUTERS/Benoit Tessier

Jogos serão realizados sem a presença de torcedores, dentro de um local isolado e protegido dentro do complexo Walt Disney World, em Orlando, na Flórida. O cenário será bem diferente das arenas lotadas que os jogadores deixaram para trás.

A seguir algumas histórias para serem acompanhadas:

O MUNDO É PEQUENO

Os astros da NBA estarão todos comendo, dormindo e competindo em um só local isolado e biologicamente protegido pelo resto da temporada.

Com as finais ocorrendo até 13 de outubro, alguns jogadores ficarão mais de três meses afastados de familiares e amigos dentro da chamada bolha. Vários atletas já estão lamentando a falta de liberdade e dos confortos de casa.

DE VOLTA À FORMA

Depois de praticamente quatro meses afastados de seus companheiros de equipe, os jogadores chegaram a Orlando no início do mês para se prepararem para a ação nas quadras. Com apenas alguns jogos amistosos e oito jogos de temporada regular antes dos playoffs, o cronograma está apertado.

“Estou começando a voltar ao modo de temporada regular agora”, disse o MVP da temporada passada, Giannis Antetokounmpo, na semana passada, após a partida amistosa de seu Milwaukee Bucks contra o San Antonio Spurs.

“Eu só quero voltar à forma do basquete. Quero poder correr pela quadra por 35, 40 minutos e não me cansar”.

VIDAS NEGRAS IMPORTAM

Atletas de todo o mundo mostraram apoio ao movimento “Vidas Negras Importam” após a morte de George Floyd sob custódia policial em maio na cidade de Mineápolis.

“Vidas Negras Importam” estará pintado na quadra para o reinício da liga no dia 30 de julho, e os jogadores poderão imprimir mensagens de justiça social em suas camisetas no lugar de seus nomes.

O astro LeBron James, do Los Angeles Lakers, começou um grupo com outras celebridades negras para prevenir a supressão de votos entre a comunidade afro-americana, enquanto o dono do Dallas Mavericks, Mark Cuban, defendeu publicamente os protestos dos atletas.

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