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PSG encontrou o equilíbrio certo sob comando de Tuchel

PARIS (Reuters) - Os sucessivos fracassos nas oitavas de final da Liga dos Campeões transformaram o grande investimento do Paris Saint-Germain em motivo de chacota, mas, após dois anos no cargo, o técnico Thomas Tuchel encontrou o equilíbrio certo e mudou a maré.

Técnico do PSG, Thomas Tuchel, durante entrevista coletiva em Madri 25/11/2019 REUTERS/Sergio Perez

O PSG quase não foi ameaçado na vitória por 3 x 0 sobre o RB Leipzig, na terça-feira, quando chegou à final da principal competição europeia de clubes em grande estilo.

Enquanto Neymar e Ángel Di María comandaram o ataque com o recuperado Kylian Mbappé sendo sempre um perigo potencial, um meio-campo forte e uma defesa sólida garantiram que não houvesse surpresas.

“O trabalho defensivo dos atacantes? Já disse que sabíamos o que tínhamos que fazer. Agora temos que ser consistentes no esforço de que a equipe precisa, não apenas por três ou quatro partidas”, disse em janeiro Mbappé, que se livrou de uma lesão no tornozelo para participar da fase final da competição em Lisboa.

Eles fizeram exatamente isso contra o Leipzig, permitindo que os laterais se lançassem para a frente e os meias jogassem mais alto no campo.

Assim, o lateral-esquerdo Juan Bernat marcou o último gol e o meio-campista Leandro Paredes estava no campo do Leipzig para interceptar uma saída errada e encontrar Neymar na área para o brasileiro dar o passe para Di María marcar o segundo gol.

“Defensivamente, eles foram sólidos, todos se esforçaram”, disse o ex-técnico do PSG Luis Fernández ao jornal esportivo francês L’Equipe na quarta-feira.

“Vi o Liverpool de Juergen Klopp com Sadio Mané, Mo Salah e Roberto Firmino pressionando na frente.”

O PSG enfrentará Bayern de Munique ou outro time da Ligue 1, Olympique Lyonnais, na final de domingo.

“Merecemos estar aqui”, disse o capitão Thiago Silva, que fará sua última partida pelo PSG após ingressar em 2012. “Estou orgulhoso da minha equipe, especialmente da mentalidade. Tínhamos esta obsessão de não sofrer um gol.”

Reportagem de Julien Pretot

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