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Esportistas condenam decisão de inocentar policiais por morte de Breonna Taylor

Manifestante levanta cartaz em protesto por morte de Breonna Taylor em Lousville, Kentucky 23/09/2020 REUTERS/Bryan Woolston

(Reuters) - Lewis Hamilton e LeBron James foram alguns representantes do esporte a criticar na quarta-feira decisão de inocentar policiais de acusações criminais pela morte de Breonna Taylor, uma funcionária da saúde negra assassinada em seu apartamento em Louisville, nos Estados Unidos.

Dois policiais brancos que atiraram contra o apartamento em março não serão processados pela morte de Taylor porque o uso da força foi justificado, enquanto um terceiro foi acusado de colocar em perigo seus vizinhos, disse a procuradoria do Kentucky.

“A instituição policial de supremacia branca que roubou a vida de Breonna Taylor deve ser abolida para a segurança e o bem-estar de nosso povo”, tuitou o quarterback do San Francisco Colin Kaepernick.

O jogador do Los Angeles Lakers LeBron James escreveu uma série de tuítes para expressar sua frustração e disse que “a pessoa mais desrespeitada do mundo é a mulher negra”.

“Estou sem palavras hoje! Estou arrasado, magoado, triste, revoltado! Queremos Justiça para Breonna”, afirmou o atleta no Twitter.

O técnico do Golden State Warriors, Steve Kerr, falando após o primeiro treino de sua equipe desde março, disse que era “desmoralizante” saber das novidades.

Megan Rapinoe, que no ano passado foi eleita a melhor jogadora de futebol do mundo depois de levar os Estados Unidos ao título da Copa do Mundo, considerou a decisão “devastadora e que, infelizmente, não surpreende”.

Lewis Hamilton, seis vezes campeão mundial de Fórmula 1, que corre na Rússia neste fim de semana e vestiu uma camiseta preta na corrida anterior na Itália com as palavras “Prendam os policiais que mataram Breonna Taylor”, também se manifestou.

“A polícia continua escapando com assassinatos todos os dias e isso precisa parar! Ela era inocente... Dói saber que alguém foi morto e ninguém foi responsabilizado”, disse o piloto no Instagram.

Reportagem de Frank Pingue em Toronto e Alan Baldwin em Londres

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