16 de Dezembro de 2007 / às 12:55 / 10 anos atrás

Boca Juniors elege Kaká como alvo em final contra o Milan

Por Alastair Himmer

<p>Meia Kak&aacute; comemora gol do companheiro de equipe Seedorf em partida do Milan contra o Urawa Reds, no Jap&atilde;o, na quarta-feira. Photo by Toru Hanai</p>

YOKOHAMA, Japão (Reuters) - O Boca Juniors definiu como prioridade parar o meia-atacante brasileiro Kaká quando a equipe argentina enfrentar o Milan na final do Mundial de Clubes da Fifa, domingo, no Japão.

“Obviamente nós sabemos o jogador fantástico que é Kaká”, disse a repórteres o técnico do Boca, Miguel Angel Russo, nesta sexta-feira.

“Nós temos que pará-lo. Um erro defensivo pode ser fatal.”

O jogador brasileiro foi o maior responsável por classificar o Milan para a final contra o Boca, ao iniciar a jogada que resultou no gol de Clarence Seedorf na vitória de 1 x 0 sobre o Urawa Reds, na semifinal de quinta-feira, em Yokohama.

O gol foi o único do jogo, mas Seedorf poderia ter feito outros três se tivesse aproveitado todas as oportunidades claras criadas por lances geniais de Kaká para o companheiro de equipe.

O brasileiro adotou um discurso modesto para desfazer os elogios recebidos após a vitória do Milan na semifinal, minimizando o apelido de “fantasista” que é utilizado na Itália para descrever os melhores jogadores de criação.

“As pessoas me chamam de fantasista, mas minha melhor qualidade é na hora de tomar decisão”, disse Kaká, que esta semana somou o prêmio de melhor de 2007 da revista britânica World Soccer à Bola de Ouro recebida anteriormente.

“Eu parto para o gol. Sempre fui um jogador assim”, acrescentou. “Eu vi Inzaghi e Seedorf esperando pelo cruzamento, e Seedorf estava melhor posicionado para marcar.”

O Boca, que derrotou o Etoile Sahel, da Tunísia, na quarta-feira, prometeu jogar no ataque contra o campeão europeu Milan na final em Yokohama, no Estádio Nissan.

“Vamos tentar abri-los”, disse Russo. “Não é apenas sobre Kaká. O Milan terá de parar Palermo e Palacio.”

Kaká fez parte da equipe do Milan derrotada nos pênaltis, em 2003, pelo Boca na Taça Intercontinental -- que foi substituída pelo Mundial de Clubes da Fifa.

“Não gosto da palavra ‘revanche’, mas esse jogo é muito importante”, afirmou o ex-jogador do São Paulo. “Conquistar este título significaria muito para mim. Ganhei muitos troféus -- esse é o único que me falta.”

0 : 0
  • narrow-browser-and-phone
  • medium-browser-and-portrait-tablet
  • landscape-tablet
  • medium-wide-browser
  • wide-browser-and-larger
  • medium-browser-and-landscape-tablet
  • medium-wide-browser-and-larger
  • above-phone
  • portrait-tablet-and-above
  • above-portrait-tablet
  • landscape-tablet-and-above
  • landscape-tablet-and-medium-wide-browser
  • portrait-tablet-and-below
  • landscape-tablet-and-below