23 de Outubro de 2007 / às 03:34 / em 10 anos

Ronaldinho pede seleção mais agressiva para alegrar torcedor

Por Pedro Fonseca

<p>Ronaldinho Ga&uacute;cho torce para que as 70 mil vozes das arquibancadas lotadas do Maracan&atilde; empurrem a sele&ccedil;&atilde;o brasileira para uma vit&oacute;ria convincente contra o Equador, na quarta-feira, mas reconheceu que o time precisar&aacute; de uma postura mais agressiva do que contra a Col&ocirc;mbia para n&atilde;o despertar a impaci&ecirc;ncia do torcedor. Foto no Rio de Janeiro, 16 de outubro. Photo by Bruno Domingos</p>

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Ronaldinho Gaúcho torce para que as 70 mil vozes das arquibancadas lotadas do Maracanã empurrem a seleção brasileira para uma vitória convincente contra o Equador, na quarta-feira, mas reconheceu que o time precisará de uma postura mais agressiva do que contra a Colômbia para não despertar a impaciência do torcedor.

O meia-atacante do Barcelona demonstrou motivação para o retorno ao estádio sete anos após a goleada por 5 x 0 sobre a Bolívia, pelas eliminatórias de 2002, quando teve Romário como parceiro de ataque.

Porém, ele admitiu que o esperado reencontro com o Maracanã pode ganhar contornos de tensão se o time voltar a apresentar a apatia ofensiva do empate por 0 x 0 em Bogotá, domingo, na estréia da equipe na caminhada rumo à África do Sul.

“Sabemos mais ou menos as dificuldades que vamos encontrar. O Equador vai jogar fechadinho, buscando o contra-ataque, então teremos que ter paciência, mas ao mesmo tempo sabemos que o torcedor vai querer que a gente saia para cima”, disse Ronaldinho a jornalistas, nesta terça-feira, antes da saída para o treino no Maracanã.

“A responsabilidade de jogar em casa é totalmente diferente. Com o apoio da nossa torcida, a gente tem que buscar o gol e o ataque desde o começo”, acrescentou.

Desde aquela partida com a Bolívia, Ronaldinho passou de coadjuvante a protagonista na seleção. O então menino de 20 anos do Grêmio é hoje uma das maiores estrelas do futebol mundial, eleito duas vezes o melhor jogador do mundo pela Fifa.

Mesmo acostumado a jogar no sempre lotado Camp Nou, que atualmente tem capacidade superior ao do Maracanã, o jogador afirmou que acompanha as partidas realizadas no Brasil e exaltou a alegria expressada pelo torcedor carioca.

“A gente que joga lá fora vê a alegria e a festa dos torcedores sempre no Maracanã. A motivação é muito grande por poder voltar aqui e receber o carinho do torcedor”, disse.

Contra o Equador, o Brasil deve ter a mesma equipe da partida contra a Colômbia, com Ronaldinho, Kaká, Robinho e Vágner Love responsáveis por criar as jogadas de ataque. A confirmação do time, entretanto, só deve acontecer após o treino desta tarde no local da partida.

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