13 de Dezembro de 2010 / às 19:56 / 7 anos atrás

Roth pede calma a D'Alessandro com marcação africana

Por Rex Gowar

<p>T&eacute;cnico Celso Roth (esq) fala com Andres D'Alessandro durante sess&atilde;o de treino em Abu Dhabi. Roth orientou o argentino a manter a calma diante da prov&aacute;vel marca&ccedil;&atilde;o forte por parte do TP Mazembe na semifinal do Mundial de Clubes da Fifa. 12/12/2010 REUTERS/Fadi Al-Assaad/Arquivo</p>

ABU DHABI (Reuters) - O técnico do Internacional, Celso Roth, orientou o argentino Andrés D‘Alessandro a manter a calma diante da provável marcação forte por parte do TP Mazembe na semifinal do Mundial de Clubes da Fifa.

O time gaúcho, campeão da Libertadores, enfrenta a equipe da República Democrática do Congo, campeã africana, às 14h de terça-feira (horário de Brasília), no estádio Mohammad bin Zayed, em Abu Dhabi. Se o Inter vencer, chegará à sua segunda final de Mundial.

O Mazembe, que disputa o torneio pela segunda vez consecutiva, surpreendeu o mexicano Pachuca ao vencer por 1 x 0 o jogo de sexta-feira. Mas o time teve um jogador expulso, e está com outros três pendurados.

“O D‘Alessandro não é mais garoto, mas é impetuoso e tem tido alguns problemas em certas situações”, disse Roth a jornalistas na segunda-feira, lembrando que o meia de 29 anos está mais maduro e recuperou a vaga na seleção argentina.

“Ele não pode entrar no jogo da provocação (...). Ele assistiu ao jogo do Pachuca (contra o Mazembe) e sabe que não é para retaliar ninguém”, disse o treinador.

O técnico do Mazembe, o senegalês Lamine N‘Diaye, negou que haja intenção de provocar o Inter. “Nossa principal qualidade não é sair chutando (...). Não damos instruções para quebrar os adversários ou endurecer o jogo. Estamos aqui para jogar futebol (...). Tentamos manter os jogadores calmos, mas não ficamos pensando nisso (nas provocações do rival).”

Para Roth, os primeiros minutos do jogo serão cruciais. O Mazembe marcou seu gol contra o Pachuca aos 21 minutos do primeiro tempo.

“O Mazembe atacou imediatamente, chegou rapidamente à área do Pachuca, temos de ter isso em mente. Precisamos controlar nossa ansiedade, precisamos estar cem por cento concentrados.”

Ele lembrou que o Pachuca entrou no jogo como favorito, “e esse é o grande perigo”.

“Precisamos estar em alerta para não sermos surpreendidos”, afirmou o treinador.

Segundo Roth, os times sul-americanos e europeus ainda se destacam em relação aos demais, mas essa diferença está diminuindo. “Não é novidade que o futebol africano tenha progredido. O que se destaca no Mazembe é a sua força coletiva. Eles têm jogadores bons, técnicos, e muita disciplina tática. Isso que surpreendeu o Pachuca.”

O Mazembe espera se tornar o primeiro time da África a derrotar uma seleção sul-americana num Mundial de Clubes.

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