15 de Abril de 2014 / às 16:08 / 4 anos atrás

Maior presença do COI no Rio por enquanto é apenas virtual

RIO DE JANEIRO, 15 Abr (Reuters) - A presença mais firme no Rio de Janeiro, anunciada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para acelerar os preparativos da cidade para os Jogos de 2016, é por enquanto apenas virtual, e a primeira visita de um dirigente da entidade depois do anúncio das medidas só deve ocorrer após o feriado carioca de 23 de abril.

Nawal El Moutawakel e Gilbert Felli deixam uma coletiva de imprensa no Rio de Janeiro. A presença mais firme no Rio de Janeiro, anunciada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para acelerar os preparativos da cidade para os Jogos de 2016, é por enquanto apenas virtual, e a primeira visita de um dirigente da entidade depois do anúncio das medidas só deve ocorrer após o feriado carioca de 23 de abril. REUTERS/Sergio Moraes

Uma das principais ações da série de medidas divulgada na semana passada pelo presidente do COI, Thomas Bach, para combater os atrasos na organização da Olimpíada, a viagem ao Rio do diretor de Jogos Olímpicos, Gilbert Felli, não vai ocorrer nesta semana, como era esperado inicialmente.

Felli, que será o encarregado do COI de acompanhar de perto o andamento dos preparativos, participou na segunda-feira de uma videoconferência com a diretoria do comitê Rio-2016 em que foram debatidos os passos para otimizar o trabalho de cooperação, entre outros temas, de acordo com o comitê.

Segundo a assessoria do Rio-2016, Felli vai vir mais frequentemente à cidade, mas “definitivamente” não vai chegar esta semana e continuará participando de reuniões apenas à distância. A viagem só deve ocorrer depois do feriado carioca de São Jorge, em 23 de abril, informou o comitê.

Além da viagem de Felli, o COI decidiu ampliar a frequência de visitas da comissão de avaliação à cidade e vai contratar gerentes de projeto para a execução diária dos planos e criará forças-tarefas especializadas para analisar questões específicas.

As medidas foram anunciadas após as federações internacionais terem criticado o governo brasileiro, na semana passada, por constantes atrasos nos preparativos olímpicos.

Entre os problemas enfrentados pelos organizadores está a greve dos cerca de 2.500 operários do Parque Olímpico, iniciada em 3 de abril, cobrando melhores salários.

O consórcio Rio Mais, formado pelas construtoras Odebrechet, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken, confirmou nesta terça-feira que as obras permanecem paralisadas. Mesmo com a greve, a previsão de conclusão das obras está mantida para o primeiro semestre de 2016.

Por Pedro Fonseca; Reportagem adicional de Rodrigo Viga Gaier

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