26 de Dezembro de 2015 / às 12:26 / em 2 anos

Alertas de faculdade belga sobre um dos homem-bomba em Paris foram ignorados, dizem jornais

BRUXELAS (Reuters) - Uma comissão de investigação policial está interrogando os funcionários de uma faculdade em Bruxelas após ser descoberto que as autoridades educacionais não tomaram nenhuma providência em relação aos alertas sobre a radicalização de um estudante da instituição, que depois se tornou um dos homens-bomba nos atentados de Paris.

Bilal Hadfi, de 20 anos, identificado como um dos agressores que detonou uma bomba amarrada ao próprio corpo no lado de fora do Stade de France em 13 de novembro, frequentou a faculdade Anneessens-Funck, em Bruxelas, até abandonar os estudos em fevereiro e viajar para a Síria.

Dois jornais belgas de língua holandesa, De Morgen e Het Laatste Nieuws, citaram documentos que segundo eles provavam que alguns funcionários ficaram seriamente preocupados com certos posicionamentos extremistas de Hadfi, que eram evidentes em sala de aula.

As reportagens não detalharam a natureza específica dos documentos, mas afirmaram que as provas mostram que o diretor da faculdade informou as autoridades educacionais de Bruxelas em abril sobre a ida de Hadfi para a Síria.

Reportagem de Barbara Lewis

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