5 de Outubro de 2017 / às 15:15 / em 11 dias

MPF diz que houve propina adicional de ao menos US$500 mil a membros do COI além de US$2 milhões iniciais

Ex-diretor do COB Leonardo Gryner na Polícia Federal 05/10/2017 REUTERS/Bruno Kelly

RIO DE JANEIRO (Reuters) - As investigações sobre o esquema de compra de votos para a escolha do Rio de Janeiro como sede olímpica descobriram que o pagamento de propina a membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) superaram os 2 milhões de dólares identificados inicialmente e que houve ao menos um pagamento adicional de 500 mil dólares, afirmou o Ministério Público Federal (MPF) nesta quinta-feira.

De acordo com o MPF, o presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Carlos Arthur Nuzman, e o diretor-geral de operações do Comitê Rio 2016, Leonardo Gryner, que foram presos nesta quinta, tiveram envolvimento direto na intermediação dos pagamentos em troca de votos na eleição olímpica.

Reportagem de Rodrigo Viga Gaier e Pedro Fonseca

0 : 0
  • narrow-browser-and-phone
  • medium-browser-and-portrait-tablet
  • landscape-tablet
  • medium-wide-browser
  • wide-browser-and-larger
  • medium-browser-and-landscape-tablet
  • medium-wide-browser-and-larger
  • above-phone
  • portrait-tablet-and-above
  • above-portrait-tablet
  • landscape-tablet-and-above
  • landscape-tablet-and-medium-wide-browser
  • portrait-tablet-and-below
  • landscape-tablet-and-below