January 16, 2018 / 4:37 PM / a year ago

OMS declara SP área de risco para febre amarela e recomenda vacinação para viajantes

Agentes de saúde aplicam vacina para febre amarela em São Paulo 24/10/2017 REUTERS/Paulo Whitaker

(Reuters) - A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta terça-feira o Estado de São Paulo como área de risco para febre amarela, e recomendou vacinação contra a doença para todos os viajantes internacionais que visitam a região, inclusive a capital paulista e o litoral, devido ao aumento do nível de atividade do vírus.

A recomendação da OMS para vacinação de viajantes internacionais já estava em vigor para Estados das Regiões Centro-Oeste e Norte, Minas Gerais e Maranhão, além de partes de Estados da Região Sul, Bahia e Piauí, de acordo com a OMS.

“A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) avalia que a medida mais importante para prevenir a febre amarela é a imunização. Quem vive ou se desloca para as áreas de risco deve estar com as vacinas em dia e se proteger de picadas de mosquitos”, disse a OMS em comunicado, ressaltando que apenas uma dose da vacina é suficiente para garantir imunidade e proteção ao longo da vida.

De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, divulgados em 9 de janeiro, foram confirmados 11 casos de febre amarela no país no atual período de monitoramento, de julho/2017 a junho/2018, sendo oito no Estado de São Paulo, dos quais dois resultaram em mortes.

Novo balanço do ministério será divulgado mais tarde nesta terça-feira.

No primeiro semestre de 2017, foram confirmados 777 casos e 261 óbitos por febre amarela no país, o que representou a maior transmissão da doença das últimas décadas, de acordo com o ministério.

São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia vão realizar entre fevereiro e março uma campanha de vacinação com dose fracionada contra a febre amarela, possibilitando a imunização de mais pessoas contra a doença. Além disso, SP receberá de imediato 1 milhão de doses da vacina visando garantir a prevenção da doença e o abastecimento das salas de vacina até o início da campanha.

Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro

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