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Plano Safra 2020/21 terá financiamentos recordes de R$236,3 bi e juros caem

Agrônomos checam área plantada com soja em Cruz Alta (RS) 29/02/2008 REUTERS/Inaê Riveras

(Reuters) - O governo brasileiro anunciou nesta quarta-feira um recorde de 236,3 bilhões de reais em recursos para financiamentos pelo Plano Safra 2020/21, alta de 6,1% em relação ao montante da temporada passada, enquanto os juros recuaram, conforme o Ministério da Agricultura.

Do total, 179,38 bilhões de reais serão destinados ao custeio e comercialização (5,9% acima do valor da safra passada) e 56,92 bilhões serão para investimentos em infraestrutura (aumento de 6,6%).

Os pequenos produtores rurais terão 33 bilhões para financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,75% e 4% ao ano, para custeio e comercialização. Na temporada anterior, as taxas eram de 3% a 4,6% ao ano.

No Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), as taxas de juros são de 5% ao ano (custeio e comercialização), ante tarifas de 6% no último Plano Safra.

Para os grandes produtores, a taxa de juros será de 6% ao ano, ante 8% no ciclo anterior.

Os financiamentos podem ser contratados de 1º de julho de 2020 a 30 de junho de 2021, informou a pasta.

Por Nayara Figueiredo e Roberto Samora

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