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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem mais do que o esperado

Pessoas fazem fila do lado de fora do Centro de Carreira de Kentucky . REUTERS/Bryan Woolston/File Photo

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu mais do que o esperado na semana passada, mas permaneceu extraordinariamento alto em meio a sinais de que a recuperação do mercado de trabalho está perdendo força conforme a pandemia de Covid-19 continua.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 881 mil em dado ajustado sazonalmente na semana encerrada em 29 de agosto, comparado com 1,011 milhão na semana anterior, disse o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Economistas consultados pela Reuters projetavam 950 mil solicitações na última semana.

Com o relatório da semana passada, o Departamento do Trabalho mudou a metodologia que usava para lidar com as flutuações sazonais dos dados, que economistas reclamavam que tinham se tornando menos confiáveis por causa do choque econômico causado pela crise do coronavírus.

A recuperação do mercado de trabalho do ápice da pandemia em meados de março e abril parece estar vacilando. Embora as novas infecções por Covid-19 estejam diminuindo, muitas preocupações permanecem, especialmente em campi de faculdades que reabriram para aulas presenciais.

As empresas esgotaram os empréstimos do governo para ajudar com salários, enquanto o suplemento de auxílio-desemprego semanal venceu em julho.

O governo publicará seu relatório de emprego de agosto na sexta-feira. Segundo pesquisa da Reuters junto a economistas, a criação de vagas fora do setor agrícola provavelmente chegou a 1,4 milhão, de 1,763 milhão em julho

Reportagem de Lucia Mutikani

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