25 de Setembro de 2015 / às 12:05 / 2 anos atrás

Líderes mundiais vão adotar metas da ONU para enfrentar problemas globais

NAÇÕES UNIDAS (Thomson Reuters Foundation) - Líderes de quase 200 nações devem adotar nesta sexta-feira uma extensa plataforma de metas globais para combater a pobreza, a desigualdade e as mudanças climáticas, no esforço mais amplo e abrangente já feito pela Organização das Nações Unidas para combater problemas mundiais.

Assembleia-geral da ONU, em Nova York. 18/09/2015 REUTERS/Mike Segar

A aprovação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ou ODS, encerra três anos de debates e negociações com a participação de quase todos os cantos do mundo, dizem os organizadores, e fornece um roteiro para que os países financiem e criem a mudança.

Os objetivos para um período de 15 anos visam acabar com a pobreza, combater a desigualdade, defender os direitos humanos, promover a igualdade de gênero, proteger o planeta e criar condições para um crescimento sustentável e paz e prosperidade compartilhada.

Eles vão substituir o plano anterior de ações da ONU, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, aprovados em 2000.

Os defensores dizem que os ODS vão muito além, abordando as causas profundas das questões como a pobreza e examinando os meios e os objetivos. Eles também foram moldados para serem universais em vez de aplicados apenas ao mundo em desenvolvimento.

Os 193 países-membros devem aprovar os ODS nesta sexta-feira, depois de um pronunciamento pela manhã do papa Francisco e uma apresentação da cantora colombiana Shakira, interpretando “Imagine”.

A adoção das metas está longe de ser um evento protocolar, disse Amina Mohammed, secretária-geral adjunta e conselheira especial sobre Planejamento do Desenvolvimento pós 2015.

Amina e outros alto funcionários da ONU vão ouvir atentamente os líderes mundiais que falarão durante a cúpula de três dias do SDG, que termina no domingo.

“Minha maior preocupação é que nós não tenhamos clareza nos compromissos dos líderes com esta agenda”, disse ela à Fundação Thomson Reuters. “Os problemas são enormes, então, a resposta tem que ser enorme.”

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