9 de Junho de 2016 / às 19:22 / em um ano

Obama declara apoio a Hillary e pede união dos democratas

Obama e Clinton acenam durante campanha de 2008 em Orlando. 20/10/2008. REUTERS/Jim Young

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta quinta-feira apoio à também democrata Hillary Clinton para presidente e pediu união ao Partido Democrata pela campanha dela, após uma disputa acirrada com Bernie Sanders pela indicação da legenda.

“Eu não acho que alguma vez houve alguém tão qualificado para ocupar este cargo”, disse Obama em um vídeo divulgado pela campanha de Hillary. “Estou com ela, estou empolgado, e mal posso esperar para chegar lá e fazer campanha com Hillary.”

O apoio aumenta a pressão para que Sanders, senador de Vermont, conceda a vitória a Hillary para que o partido possa se concentrar no enfrentamento de Donald Trump, o provável indicado republicano para a eleição geral de 8 de novembro.

Era esperado que Obama apoiasse Hillary, já que ela conquistou delegados suficientes para garantir a indicação do Partido Democrata nesta semana e se tornar a primeira mulher da história do país a se lançar como candidata presidencial de um grande partido político.

O presidente continua popular entre os eleitores, e sua chancela será um incentivo significativo para a ex-primeira-dama.

Hillary Clinton agradeceu o apoio de Obama, dizendo em entrevista à Reuters que “significa o mundo” para ela ter o suporte do ex-adversário.

“É absolutamente uma alegria e uma honra que o presidente Obama e eu, ao longo dos anos, tenhamos passado de competidores ferrenhos para verdadeiros amigos”, afirmou Hillary em entrevista à Reuters. Ela e Obama vão começar a fazer campanha juntos na próxima semana.

Obama e Hillary foram adversários durante as primárias democratas de 2008. Obama venceu, e Hillary serviu como sua secretária de Estado durante seu primeiro mandato.

Sanders, que conversou com Obama na Casa Branca mais cedo nesta quinta-feira, disse mais tarde que trabalharia com sua rival para derrotar Trump, mas prometeu continuar na corrida até a última primária da capital Washington no dia 14 de junho.

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