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Ronaldinho está perto de conseguir liberdade no Paraguai

Ronaldinho Gaúcho deixa tribunal em Assunção após prestar depoimento 06/03/2020 REUTERS/Jorge Adorno

ASSUNÇÃO (Reuters) - O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho ficou muito próximo de recuperar sua liberdade no Paraguai, onde cumpre prisão preventiva há cinco meses por ter usado passaporte falso para entrar no país.

Os promotores do caso no qual o ex-astro do Barcelona está envolvido pediram que o juiz Gustavo Amarilla “suspendesse a condicional do procedimento” pelo período de um ano, no qual Ronaldinho terá que cumprir com certas obrigações, segundo um documento que a Reuters teve acesso.

Os agentes disseram por escrito que não encontraram nenhum “elemento que comprove que Ronaldo de Assis Moreira tenha tido uma participação direta no planejamento da obtenção de documentos irregulares”, embora tenham destacado que isso não o eximia da responsabilidade pelo uso do documento falso.

Por este motivo, os promotores pleitearam um “ponto de equilíbrio” para a saída processual do campeão do mundo com a seleção brasileira em 2002, que passou um mês detido em um quartel policial nas imediações de Assunção e está há quatro meses em prisão domiciliar em um hotel no centro da capital paraguaia.

Se o juiz aceitar a proposta dos promotores, Ronaldinho terá que pagar 90 mil dólares em reparações de danos, fixar domicílio no Brasil e comparecer a cada três meses diante de autoridades judiciais brasileiras.

A situação não foi tão tranquila para o irmão de Ronaldinho, Roberto. As autoridades pediram pena suspensa de dois anos e multa de 110.000 dólares, mas concordaram em deixá-lo sair do Paraguai.

Reportagem de Daniela Desantis

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