December 11, 2019 / 1:07 PM / a month ago

Especialistas questionam independência e abandonam inquérito sobre polícia de Hong Kong

HONG KONG (Reuters) - Especialistas estrangeiros disseram ter desistido de aconselhar uma agência de monitoramento da polícia de Hong Kong, nesta quarta-feira, devido a dúvidas sobre sua independência e capacidade de realizar uma investigação sobre a conduta policial durante meses de protestos antigoverno.

Policial aponta arma na direção de manifestantes durante protesto em Hong Kong 08/12/2019 REUTERS/Leah Millis

A comissão de cinco especialistas da Austrália, Reino Unido, Canadá e Nova Zelândia foi recrutada em setembro pelo Conselho Independente de Queixas da Polícia (IPCC) para que seu inquérito sobre alegações de brutalidade policial não fosse tendencioso.

“Acabamos concluindo que uma limitação crucial era evidente nos poderes, habilidade e capacidade investigativa independente do IPCC”, disseram os especialistas estrangeiros em um comunicado.

“Continuamos comprometidos a apoiar e nos engajar com o IPCC se e quando ele desenvolver as capacidades necessárias e fornecer seu esboço do relatório provisório sobre os protestos, confrontos e policiamento dos eventos entre junho e setembro de 2019”.

Desencadeados por um polêmico e já descartado projeto de lei de extradição, os protestos muitas vezes violentos se transformaram em clamores mais abrangentes por mais liberdades democráticas e pelo fim de uma suposta interferência da China continental na ex-colônia britânica semiautônoma.

Especialistas estrangeiros disseram ter desistido de aconselhar uma agência de monitoramento da polícia de Hong Kong nesta quarta-feira por causa de dúvidas sobre sua independência e capacidade de realizar uma investigação sobre a conduta policial durante meses de protestos antigoverno.

A comissão de cinco especialistas da Austrália, Reino Unido, Canadá e Nova Zelândia foi recrutada em setembro pelo Conselho Independente de Queixas da Polícia (IPCC) para que seu inquérito sobre alegações de brutalidade policial não fosse tendencioso.

“Acabamos concluindo que uma limitação crucial era evidente nos poderes, habilidade e capacidade investigativa independente do IPCC”, disseram os especialistas estrangeiros em um comunicado.

“Continuamos comprometidos a apoiar e nos engajar com o IPCC se e quando ele desenvolver as capacidades necessárias e fornecer seu esboço do relatório provisório sobre os protestos, confrontos e policiamento dos eventos entre junho e setembro de 2019”.

Desencadeados por um polêmico e já descartado projeto de lei de extradição, os protestos muitas vezes violentos se transformaram em clamores mais abrangentes por mais liberdades democráticas e pelo fim de uma suposta interferência da China continental na ex-colônia britânica semiautônoma.

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