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Amazon pede que Justiça dos EUA interrompa trabalho da Microsoft em contrato com Pentágono

Logo da Amazon em centro logístico da empresa em Boves 05/11/2019 REUTERS/Pascal Rossignol

(Reuters) - A Amazon.com informou na quarta-feira que entrou com uma petição na Justiça para impedir que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e a Microsoft deem continuidade a um acordo de computação em nuvem de até 10 bilhões de dólares até que um tribunal decida sobre um protesto da empresa em relação ao contrato.

A Amazon, originalmente considerada a favorita para obter o acordo, havia indicado na semana passada que entraria com uma ordem de restrição temporária para exigir que o Pentágono e a Microsoft adiassem as atividades iniciais do contrato.

Conhecido como Jedi (Nuvem de Infraestrutura de Defesa da Empresa Conjunta), o contrato visa proporcionar aos militares melhor acesso a dados e tecnologia a partir de locais remotos.

Em um comunicado, a Amazon Web Services, divisão de nuvem da Amazon, disse: “É prática comum manter o desempenho do contrato enquanto um protesto está pendente, e é importante que sejam revistos os inúmeros erros de avaliação e a interferência política flagrante que impactaram a decisão do prêmio Jedi”.

O processo de aquisição foi adiado por reclamações legais e alegações de conflito de interesses. Mais recentemente, a Amazon culpou o presidente dos EUA, Donald Trump, de preconceito contra a empresa e por pressionar indevidamente o Pentágono.

O secretário de Defesa, Mark Esper, rejeitou a acusação e disse que o Pentágono fez sua escolha de maneira justa e livre, sem influência externa.

Reportagem de Jeffrey Dastin

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