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Grupos buscam proteção para população LGBT+ nos EUA na resposta ao coronavírus

CIDADE DO MÉXICO (Thomson Reuters Foundation) - Mais de 180 grupos de direitos humanos pediram nesta segunda-feira que o Congresso dos Estados Unidos tome medidas para proteger as pessoas LGBT+ de discriminação na pandemia de coronavírus, dizendo que a comunidade enfrenta um preconceito de longa data em relação ao acesso à Saúde que os deixou cautelosos em momentos de buscar ajuda.

Em uma carta, uma coalizão pediu que líderes partidários democratas e republicanos no Senado e na Câmara dos Deputados incluam textos antidiscriminatórios na legislação construída para responder à crise de Saúde.

Os Estados Unidos tiveram o número mais alto de casos confirmados do coronavírus em todo o mundo, com mais de 753 mil infecções e mais de 41 mil mortos.

“É questão de vida ou morte que as pessoas LGBTQ sejam explicitamente protegidas contra discriminação em qualquer resposta legislativa à pandemia de Covid-19”, afirmou Sasha Buchert, advogada de uma das organizações signatárias do documento, a Lambda Legal.

“Para alguém que é LGBTQ, o temor de ter o acesso a cuidados médicos negado a si e à sua família, só por conta de ser quem se é, é tristemente muito verdadeiro”, disse em uma nota por e-mail.

A carta diz que a discriminação no sistema médico-hospitalar teve impacto negativo na Saúde das pessoas da comunidade LGBT+, tornando alguns hesitantes em buscar auxílio.

Reportagem de Oscar Lopez

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