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Estados norte-americanos processam correios dos EUA contra mudanças antes de eleições

Diretor do Serviço Postal dos EUA, Louis DeJoy, presta depoimento por videoconferência a comitê do Congresso norte-americano 21/08/2020 Comitê de Segurança Interna e Relações Governamentais do Senado dos EUA via REUTERS

WASHINGTON (Reuters) - Seis Estados norte-americanos, liderados pela Pensilvânia, processaram nesta sexta-feira o Serviço Postal dos Estados Unidos e o novo diretor-geral da empresa, dizendo que as mudanças nos correios nas últimas semanas prejudicaram a capacidade dos Estados de conduzir eleições livres e justas em novembro.

O processo, movido no Tribunal Distrital dos EUA na Pensilvânia, foi acompanhado por Califórnia, Delaware, Maine, Massachusetts, Carolina do Norte e distrito de Columbia.

“Para o governo Trump, entregar seu contracheque, seu remédio ou sua cédula é uma piada, mas não há nada de engraçado sobre o salário que você ganha, sua saúde ou seu direito de votar. É por isso que, hoje, estamos ao lado da Pensilvânia e de outros Estados, levando o diretor-geral do Serviço Postal ao tribunal”, disse o procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra.

O diretor-geral do Serviço Postal, Louis DeJoy, afirmou nesta sexta-feira que os correios entregarão toda a correspondência eleitoral.

“O Serviço Postal é totalmente capaz e está comprometido em entregar a correspondência eleitoral do país com segurança e no prazo”, disse DeJoy em uma audiência no Senado. “Este dever sagrado é minha prioridade número um até o dia das eleições.”

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