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Uma norte-americana e dois russos partem para Estação Espacial Internacional

Tripulantes se preparam para missão da Estação Espacial Internacional (ISS) 14/10/2020 Andrey Shelepin/GCTC/Agência Espacial Roscosmos/Handout via REUTERS

WASHINGTON/ALMATY (Reuters) - Uma espaçonave russa Soyuz com uma astronauta norte-americana e dois cosmonautas russos a bordo decolou do cosmódromo cazaque de Baikonur nesta quarta-feira e entrou em órbita com sucesso, como mostraram imagens transmitidas ao vivo pela Roscosmos, a agência espacial da Rússia.

Os tripulantes a caminho da Estação Espacial Internacional (ISS) são Kate Rubins, microbiologista da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa) que em 2016 se tornou a primeira pessoa a sequenciar DNA no espaço, e os cosmonautas russos Sergey Ryzhikov e Sergey Kud-Sverchkov.

A missão é o último voo russo programado com um tripulante dos EUA a bordo.

Desde que o programa dos ônibus espaciais foi encerrado, em 2011, a Nasa depende da Rússia para levar seus astronautas à estação espacial, um laboratório orbital situado 400 quilômetros acima da Terra que abriga equipes internacionais de astronautas continuamente há quase 20 anos.

Em 2014, a Nasa fechou contratos com a SpaceX de Elon Musk e a Boeing para que construíssem cápsulas espaciais concorrentes na tentativa de recuperar a independência em seus lançamentos.

O programa de 8 bilhões de dólares permitiu à SpaceX enviar sua primeira missão tripulada à estação espacial em maio, a primeira a partir do solo norte-americano em quase uma década.

Mas a Nasa adquiriu assentos adicionais da Rússia para seus tripulantes porque seu programa público-privado sofreu atrasos, e a missão de Rubins é a mais recente.

Reportagem adicional de Gabrielle Tétrault-Farber em Moscou

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