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Comentários de Trump contra político negro foram hiperbólicos, não racistas, diz chefe de gabinete

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava sendo hiperbólico quando atacou um proeminente político negro, chamando seu distrito de “nojento e infestado de ratos e roedores”, afirmou seu chefe de gabinete interino, neste domingo, negando que os comentários tenham sido racistas.

Trump atacou o deputado Elijah Cummings, um defensor dos direitos civis, em uma série de tuítes no sábado, depois que o político criticou as condições de abrigo a imigrantes ao longo da fronteira com o México.

“Nenhum humano gostaria de viver lá”, disse Trump, em referência ao distrito de Cummings em Baltimore.

O chefe de gabinete interino da Casa Branca, Mick Mulvaney, defendeu os comentários durante participações em dois programas matutinos de domingo, dizendo que Cummings estava errado em criticar o trabalho dos oficiais de imigração americanos na fronteira com o México.

“O presidente está atacando o senhor Cummings por dizer várias coisas que não são verdade sobre a fronteira. Tem absolutamente nada a ver com raça”, disse Mulvaney, ao Fox News Sunday.

Em uma entrevista para o programa “Face the Nation”, da CBS, Mulvaney disse que entendia por que os comentários poderiam ser considerados racistas, mas disse: “Não significa que foram racistas”.

Questionado se acredita que os comentários de Trump foram hiperbólicos, Mulvaney disse: “Com certeza”.

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