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Coronavírus ainda não está contido na Alemanha, diz instituto

BERLIM (Reuters) - Um número mais baixo de casos novos de coronavírus na Alemanha nos últimos dias provavelmente se deve à diminuição dos exames durante a Páscoa, e o surto ainda não está contido, disse o chefe do instituto de saúde Robert Koch nesta terça-feira.

German Health Minister Jens Spahn, Hesse Minister of Social Affairs Kai Klose, German Chancellery's Chief of Staff Helge Braun and Hesse's State Premier Volker Bouffier talk to intensive care unit nurse Lena Mueller and ward physician Bjoern Kemmering during their visit to the University Hospital of Giessen and Marburg in Giessen, Germany April 14, 2020, as the spread of the coronavirus disease (COVID-19) continues. Frank Rumpenhorst/Pool via REUTERS

A quantidade de infecções confirmadas de coronavírus no país aumentou 2.082 e chegou a 125.098, mostraram dados do Instituto Robert Koch divulgados mais cedo nesta terça-feira, apontando o quarto declínio diário no número de casos novos.

As mortes relatadas aumentaram em 170 e somam 2.969. A taxa de mortalidade é muito menor do que a de outros países bastante afetados, mas as autoridades alemãs continuam receosas de suspender as restrições à vida pública.

“Ainda não podemos falar em contenção -- ainda temos números altos todos os dias. Estamos vendo uma desaceleração”, disse o presidente do Instituto Robert Koch, Lothar Wieler, em uma coletiva de imprensa de rotina.

Exortando os alemães a esperarem e manter a disciplina das medidas de distanciamento social, ele estimou que a reprodução ou taxa de transmissão do vírus, apelidada de “R”, na Alemanha é de cerca de 1,2 -- o que significa que uma pessoa com o vírus infecta em média 1,2 mais

“Realmente é de nosso interesse que esta taxa R fique abaixo de 1, ou em 1. Este é um fator importante”, acrescentou Wieler.

Em recomendações enviadas à chanceler, Angela Merkel, e a governadores na segunda-feira, acadêmicos sugeriram que a vida pública pode voltar ao normal gradualmente sob certas condições, entre elas a estabilização do índice de infecções em um patamar baixo.

(Por Paul Carrel e Madeline Chambers)

((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

REUTERS PF

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