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Corte venezuelana sentencia dois ex-militares dos EUA a 20 anos, após tentativa de invasão

CARACAS (Reuters) - Uma corte venezuelana sentenciou dois ex-soldados dos EUA a 20 anos na prisão pelas suas participações em uma tentativa fracassada de derrubar o presidente Nicolás Maduro, no começo de maio, disse o promotor-chefe, Tarek Saab, no fim da sexta-feira.

Dois ex-membros das Forças Especiais, conhecidos como “boinas verdes”, Luke Denman, 34, e Airan Berry, 41, admitiram ter participado da operação de 4 de maio, escreveu Saab em sua conta no Twitter.

“Os cavalheiros ADMITIRAM que cometeram os crimes”, escreveu, acrescentando que os julgamentos estavam em andamento para outras dúzias de pessoas que também foram capturadas.

Denman e Berry foram acusado de conspiração, terrorismo e trafico ilegal de armas, escreveu Saab.

Alfonso Medina, advogado de ambos, disse que a equipe legal não pôde entrar no tribunal. Os dois homens não estavam disponíveis para comentários.

A invasão por mar lançada da Colômbia, conhecida como Operação Gideon, deixou pelo menos oito pessoas mortas.

O governo Maduro disse que prendeu um grupo de conspiradores que incluía Denman e Berry perto de Chuao, cidade costeira isolada.

Veterano das forças especiais dos EUA, Jordan Goudreau, que comanda a Silvercorp USA, empresa de segurança privada com sede na Flórida, reivindicou a responsabilidade pelo ataque.

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